24 de abr. de 2013

Aconteceu de 19 a 21 de abril a I Etapa do Campeonato Brasileiro de Orientação. A competição foi realizada no Instituto Federal de Brasília, no campus próximo à cidade de Planaltina. Depois da abertura no dia 19, a prova de revezamento foi na parte central do campus, e como de costume com percursos tipo sprint, com cerca de 2,6 km cada perna. 











No sábado foi o percurso longo, que foi bastante difícil para a maioria dos participantes, porque na área predominava a vegetação de cerrado com bastante variação de bosques cobertos e campo aberto com árvores dispersas. A pouca quantidade de trilhas, conforme anunciado, dificultou bastante os percursos N e B, que muitas vezes tinham que navegar pelas bordas de vegetação e pela bússola, técnicas que ainda não estão bem desenvolvidas nessas categorias. Para os percursos A e Elite já se esperavam percursos mais difíceis, mas com a grande quantidade de áreas verdes e o capim mais alto devido às chuvas dos últimos meses, fez com que grande parte dos competidores fizessem tempos acima de duas horas.

Leandro Pasturiza ganhou o  percurso elite masculino longo, com o tempo de 1h 22min 32", 16 minutos menos que o segundo colocado. Entretanto o percurso foi anulado porque havia um ponto de controle fora do local quando os primeiros atletas passaram. Pasturiza também liderou o percurso médio, passando vários atletas que saíram antes, mas no penúltimo ponto cometeu o erro de não verificar a descrição do ponto de controle, que estava num cupinzeiro, passando direto sem ver o prisma e perdendo 4 minutos, caindo para a sexta colocação. Com isso Juscelino Karnikowski foi o vencedor com 39min 15", com Gilson Schropfer em segundo e Ironir Ev no terceiro lugar.

Na categoria Elite feminina, Mirian Pasturiza venceu o percurso longo, com Soraya Cabral em segundo lugar e Wilma de Souza em terceiro. No percurso médio venceu Tânia Carvalho, com   Wilma em segundo lugar e Juliane Valéria em terceiro. Com Mirian chegando em quarto lugar ainda foi a campeã da etapa.

No percurso médio algumas categorias tiveram seus percursos anulados por causa de um ponto de controle que não estava no local previsto. Não fosse por esses detalhes de percurso, como não haver reposição de água em alguns postos no percurso longo, para os que saíram mais tarde, e pelo atraso na premiação e falta de medalhas, a organização teria alcançado o sucesso esperado, pois muitos aspectos foram positivos, como o apoio de hospedagem e disponibilidade de transporte e alimentação no local da prova.



Ainda houve a participação de competidores da Colômbia e da Venezuela, que praticam orientação há pouco tempo. Com destaque para o colombiano Oscar Andres Rodriguez Sanabria, que venceu o percurso médio da categoria H21A.


30 de set. de 2012

Manual do Orientista - Dica nr 28

Dica nº 28: Aprenda os símbolos do cartão de descrição.

Além dos símbolos do mapa, existem os símbolos do cartão de descrição, também chamado de sinalética, que fornecem informação sobre o objeto do ponto de controle e o posicionamento do prisma em relação a este objeto. Com esta informação, podemos abordar melhor o ponto de controle, achando com mais facilidade o prisma, sabendo o que e onde procurar. Esta informação pode interferir inclusive na escolha final da rota, como a decisão de atacar o ponto por um lado ou outro.

O cartão de descrição para cada percurso pode estar na frente ou no verso do mapa, mas a maneira mais fácil de consultá-lo é preso ao braço, com um porta-sinalética. Com a sinalética no braço não precisamos desdobrar o mapa para conferir o código e descrição de cada ponto, e isto facilita bastante o manuseio. Os destros geralmente usam a sinalética no braço esquerdo, pelo simples motivo de ter mais facilidade de colocar e manusear com a mão direita. Podemos comprar o porta-sinalética em alguns eventos ou pela Internet.


Na área de partida a organização disponibiliza cópias da descrição para cada categoria, geralmente antes de pegarmos o mapa. É responsabilidade de cada orientista conferir se o cartão que está pegando é o correto para seu percurso, o mesmo acontecendo com o mapa. É importante conferir se mapa e cartão de descrição estão corretos na hora da partida. Ocorreram vários casos de competidores que pegaram cartão ou mapa errado. 

A exemplo dos símbolos do mapa, aprendemos todos os símbolos do cartão de descrição com o decorrer do tempo, mas inicialmente é necessário conhecer pelo menos os mais comuns. Na página inicial do  Manual do Orientista você encontra a versão  com todos os símbolos previstos pela IOF. Nela aparecem as informações sobre a utilização correta de cada símbolo, descrevendo em que tipo de objeto e de que modo cada símbolo pode ser aplicado, inclusive com exemplos ilustrados.


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7 de set. de 2012

Manual do Orientista - Dica nr 27

Dica nº 27: Não perca contato com o mapa.

Não é possível nos perdermos com um mapa na mão, exceto se sairmos do mapa, literalmente falando. É comum ocorrer do novato perder o contato com o mapa, ao seguir por um determinado tempo sem verificar as referências na rota prevista, e o que deve fazer nessa situação é relocalizar sua posição no mapa.



Tão logo o terreno pareça não bater com o mapa, é importante ficar alerta, reduzindo a velocidade. Se isto acontecer, pare e admita que você não sabe onde está. Oriente o mapa com a bússola. Olhe 360° procurando por acidentes distintos. Tente se relocalizar pelos acidentes que vê, identificando-os no mapa. Uma trilha com junções ou curvas distintas pode ser útil para identificar o local no mapa. Relembre a última posição conhecida (processo de eliminação: se passei por tal acidente, devo estar em certo trecho). Siga para a referência mais próxima ou volte à ultima posição conhecida. Algumas vezes perdemos menos tempo quando voltamos logo à posição conhecida, ou seguindo até um acidente nítido, em vez de tentarmos nos relocalizar por tentativa aleatória. 

Quando acontece de estar na proximidade do ponto de controle e encontrar um prisma com outro código, primeiro tente identificá-lo pela sua característica; se continuar em dúvida, a solução é esperar um orientista de outra categoria que tenha aquele ponto e pedir para que mostre no mapa dele onde está o ponto. Daí olhe onde está o ponto em seu mapa, veja a direção correta e siga para o seu ponto. 

Gostaria de lembrar também o que não se deve fazer: não adianta pedir ajuda aos moradores da redondeza, pois geralmente eles não sabem nada sobre orientação e não têm informações sobre os pontos de controle. Não adianta subir numa árvore para tentar visualizar alguma referência marcante, este procedimento raramente ajuda. Mesmo quando sair do mapa, o correto é pegar a direção de retorno para o mapa até encontrar as vias principais ou características marcantes para retomar a navegação. 

No caso de não conseguir se relocalizar no mapa, a alternativa é seguir o azimute de segurança, que é a direção a seguir que leva o participante de novo a una zona povoada ou estrada principal no caso de estar perdido. Essa informação é importante ser passada aos principiantes, para que consigam voltar ao local do evento caso necessário. Mesmo depois de se relocalizar, mas tiver passado mais de uma hora fora da rota e o tempo total passar de duas horas, é melhor seguir direto para a chegada.

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2 de set. de 2012

Manual do Orientista: Dica nr 26

 Dica no 26: Use sempre um relógio.
 
O uso de relógio é importante para a segurança do orientista, além de ser útil para conferirmos nosso desempenho nos treinamentos. O básico é termos um relógio com cronômetro e que seja à prova d’água, pois é muito comum fazermos percurso com chuva. Depois desse tipo básico, o melhor é um com cronômetro com memória, podendo gravar 50 ou 100 tempos, para marcarmos os tempos a cada ponto de controle, principalmente nos treinamentos e competições sem apuração eletrônica. O registro de tempo ponto a ponto permite uma boa análise do percurso, considerando como fomos em cada trecho. Os modelos ideais são os relógios com marcação dos batimentos cardíacos, além de memória para resgatar os tempos e batimentos, com interface para passar os dados direto para um computador. O controle da frequência cardíaca é importante para os atletas de elite, para um treinamento mais adequado, mas pode ser útil para outros atletas experientes que valorizam um treinamento programado e eficiente.

Para os iniciantes, uma função importante do relógio é informar a hora que devem ir para a chegada, depois de passar muito tempo na área, mesmo sem ter completado o percurso. Os responsáveis ficam preocupados quando os iniciantes demoram muito a chegar, por isso costumam marcar um horário limite para retornar do percurso. 

Quando temos dificuldades num treinamento ou competição, pode ocorrer de perdermos muito tempo em alguns pontos, isto é muito comum com alguns novatos. Pode acontecer de errar na navegação e perder muito tempo para se relocalizar. Se o tempo total começar a passar de duas horas, o treinamento deixa de ser produtivo. Mesmo que seja em competição, passa a ser muito desgastante e pouco proveitoso após a segunda hora. A única exceção pode ser no caso do limite para concluir o percurso ser de até três horas e houver a possibilidade de somar tempo para uma equipe. Mas no caso de passar de duas horas, geralmente é melhor deixar de lado os últimos pontos e ir direto para a chegada, onde as pessoas que os acompanham já começam a ficar preocupadas devido à demora. Fazendo assim há melhores chances de fazer melhor nos próximos percursos, sem se desgastar além do necessário.

Na condição de estar no meio da floresta, é melhor pegar o azimute de fuga, isto é, sair de onde estiver na direção geral para uma estrada principal ou cerca de limite da área, a partir da qual podemos chegar facilmente à área de chegada. Por causa do cansaço físico, é melhor buscar uma navegação fácil até a chegada, mesmo que aparentemente seja uma rota mais longa.




Podemos aprender com nossos erros, mas é melhor aprender acertando, por isso não é bom insistir por muito tempo depois de um erro grande. Nos treinamentos às vezes é melhor desistir de um ponto difícil de encontrar e passar para os pontos seguintes, analisando depois com os colegas o motivo do erro. Os erros em que se perde tempo demais não são bons para o aprendizado.


Muitas vezes o novato não conhece ainda a técnica mais adequada para um determinado tipo de ponto de controle, fica mais difícil aprender sozinho, e somente pela conversa com o técnico ou colega mais experiente é que ele vai saber qual seria a atitude mais adequada na situação em que errou.


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Veja no ORIENTOVAR: palavras do novo presidente da IOF

BRIAN PORTEOUS: "PRECISAMOS DE TRABALHAR A SÉRIO E TAMBÉM PRECISAMOS DE UM POUCO DE SORTE"




Chama-se Brian Porteous, é escocês e acaba de ser eleito para a Presidência da Federação Internacional de Orientação no próximo biénio. Lenka Klimplova entrevistou-o para a Revista da Federação Checa e disso deu nota o World of O, no passado dia 16 de Agosto, em artigo que pode ser lido em http://news.worldofo.com/2012/08/16/we-need-luck-–-and-hard-work/. E que, pelo seu interesse, com a devida vénia aqui se reproduz.
 
Veja o restante da entrevista com as perspectivas para os próximos anos na orientação internacional.

18 de ago. de 2012

Entrevista com Sérgio Gonçalves Brito

Veja no blogue Orientovar:

 

SÉRGIO BRITO: "ENSINAR É TUDO DE BOM!"




Sérgio Gonçalves Brito é, reconhecidamente, um dos maiores nomes da Orientação brasileira e um dos pioneiros da modalidade nesse enorme País. Ao Orientovar fala com emoção da forma como vive e sente a nossa modalidade.

14 de ago. de 2012

Manual do Orientista - Dica nr 23

 Dica no 23: A Regra de Ouro de Orientação

A Regra de Ouro de Orientação, conforme artigo de Magnus Davidson, engloba vários aspectos já comentados e outros mais que vêm adiante. 


Todo mundo gostaria de ser um campeão. Mas o que é que faz um campeão ser um campeão? Eles ganham o tempo todo! Qualquer orientista pode ter uma boa corrida e vencer de vez em quando, mas campeões fazem isso o tempo todo.

“Caras de sorte!” Ah, mas isso não é sorte. "Então, qual é o segredo?" 
Bem, alguém já perguntou a Nikki Lauda, piloto de Fórmula 1: "O que é que faz um campeão ser um campeão?" Ele respondeu: "A capacidade de ganhar indo tão devagar quanto possível". 

“Mas isso é estúpido! Campeões são os que supostamente vão mais rápido!” 
Rápido sim, mas apenas rápido o suficiente para bater todos os outros. Puxando no limite corremos sempre o risco de correr acima do limite, de modo que as coisas dão errado. As coisas não dão errado para os campeões. 

“Bem, isso é tudo muito bom para o senhor Lauda, mas como tudo isso se relaciona com a orientação?” Bem, talvez devêssemos ouvir o que um campeão do mundo de orientação tem a dizer sobre o assunto. Oyvin Thon certa vez escreveu: "Cada orientista, num certo nível, pode encontrar o seu caminho através de um percurso sem cometer erros. Mas o problema é saber o quão rápido você tem que correr para vencer a corrida. Se você for rápido demais, você vai cometer erros. É muito difícil equilibrar a velocidade de corrida sem cometer erros". 

“Então você está dizendo que qualquer orientista mediano pode fazer um percurso sem cometer erros, se ele for devagar o suficiente?” É isso mesmo. 
“E quanto mais rápido for, maior o risco de cometer erros?” Exatamente. 
Para competir, você tem que ir rápido. O truque é encontrar a velocidade ideal, que está logo abaixo da velocidade em que você começa a cometer erros.

Legal, mas a velocidade ideal do Sr. Campeão Mundial é muito mais rápida do que a minha! Como é que ele encontrou a sua velocidade ideal? Como posso encontrar minha velocidade ideal?” Ah, mas há uma simples regra de ouro ... 
Somente correr tão rápido quanto você pode ler o mapa.

“Isto soa bastante razoável, mas o que ‘ler o mapa’ realmente significa?” Bem, significa um monte de coisas. As três mais importantes são: ser capaz de relacionar os símbolos do mapa ao terreno rapidamente; decidir a quantidade de informação que você precisa para tirar do mapa para navegar de forma eficaz, e ser capaz de ler o mapa correndo.

Não estou pedindo muito, estou? A leitura do mapa é a habilidade básica da orientação. Todos os componentes acima podem ser melhorados através do treinamento. Se o fizer, irá aumentar sua velocidade de leitura do mapa e, assim, melhorar a sua velocidade ideal e sua orientação.

“Então, quão rápido eu preciso ler o mapa?” Bem, você precisa ler o mapa de forma que, em qualquer ponto do percurso, você saiba onde você está e saiba onde você está indo. 

“Bem, o primeiro é bastante óbvio - se não soubesse onde estava, eu estaria perdido!” Exatamente. Manter-se em contato com o mapa é muito importante. É onde se aplicam todas as habilidades de navegação que você já ouviu falar. Coisas como uso da bússola, a contagem de passos, e interpretação do relevo. Estas são habilidades que só podem ser aprendidas através da prática na floresta. Mas há vários livros e manuais de treinamento que descrevem as várias habilidades e como melhorá-los.

“Então, sobre saber onde você está indo, seria a escolha de rota?”
Bom, em parte. Você deve fazer a leitura do mapa à frente de onde você está. Isso ajuda a evitar perda de tempo nos pontos de controle, quando você sabe onde você está indo imediatamente após picotar. Ele também dá um alerta antecipado de objetos como encostas íngremes ou áreas complexas, que exigem esforços extras físicos ou mentais. Você pode, então, preparar-se antes de encontrá-los.

“Espera aí! Estou tentando encontrar meu caminho em uma perna, e você quer que eu olhe para todo o percurso!”
Não. Eu não estou sugerindo de você sobrecarregar-se com a leitura do mapa. Alguns orientistas podem gostar de planejar o percurso inteiro de uma só vez. Mas planejar uma de escolha rota básica para a próxima etapa provavelmente é suficiente. 

“Então, como posso praticar escolha de rota?”
A boa notícia aqui é que você pode fazer bem no conforto de sua poltrona favorita. Além de alguns livros sobre o assunto, é muito útil olhar os mapas de percursos anteriores e se perguntar "o que aconteceria se eu tivesse ido dessa maneira?".

“Isto pode parecer fácil. Mas eu não posso ser orientista na minha poltrona!” Claro que fazer escolhas de rota na corrida é uma questão bem diferente. Mas obtenha informações sobre a forma como você está fazendo, conversando com os outros sobre seus percursos e comparando tempos parciais.
Então é preciso fazer leitura do mapa à frente e praticar escolha de rota. E ler as descrições dos pontos de controle. 

“Ah! Eu sempre faço isso.” Bom para você. É incrível como muitas pessoas não o fazem. Pelo menos, não até que eles chegam ao ponto de controle.

O que há de errado com isso?” Você ficaria surpreso quanto tempo pode ser perdido por não saber exatamente para onde ir quando você chega ao local do ponto de controle. Os segundos desperdiçados em hesitar, ou fazer coisas como correr para o topo de uma colina quando o prisma está na parte inferior, pode adicionar até alguns minutos para um percurso com 20 pontos de controle.

“Mas como posso encontrar a minha velocidade ideal?” Bem, você deve começar indo mais devagar. 

“Mais devagar? Você está louco?” Não, eu estou falando sério. Diminua a velocidade e pratique suas habilidades de leitura de mapa até que você complete os percursos sem cometer erros graves. Se você cometer erros nos percursos, você estará treinando a si mesmo para cometer erros. Se você não comete erros, você estará treinando para não cometer erros. Tente desenvolver um ritmo de bater nos pontos de controle de primeira vez. Depois, aos poucos, acelere. Se você começar a cometer erros, então desacelere, trabalhe para melhorar a leitura de mapas, e tente acelerar novamente.

“Suponha que eu possa correr à toda velocidade e não cometer erros.” Então você tem muita sorte mesmo! Obviamente, você precisa melhorar sua velocidade de corrida através de treinamento físico. Mas não se esqueça de também trabalhar em sua leitura do mapa, caso contrário, você poderia começar a correr além de sua velocidade ideal.

“Eu acho que peguei a ideia agora. É um pouco complicado, no entanto.” Não precisa ser, basta lembrar a Regra de Ouro - só ir tão rápido quanto você pode ler o mapa. Sua velocidade ideal vai variar de mapa para mapa, de uma perna para outra, e até na mesma perna. 

Lembre-se dos 'semáforos': 

Verde: você pode ir mais rápido no início de uma perna, porque você só precisa ler uma pequena quantidade de informação a partir do mapa para navegação rudimentar. 

Amarelo: perto do ponto, você tem que ler muito mais informação e tem de desacelerar. 

Vermelho: do ponto de ataque para o ponto de controle, a corrida será muito mais lenta, andando se preciso for, e usando as técnicas mais adequadas. 

Tudo se resume a apenas ir tão rápido quanto você pode ler o mapa.

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