8 de jan de 2012

Leticia Saltori no ORIENTOVAR


SÁBADO, 7 DE JANEIRO DE 2012


LETICIA SALTORI: "SOU CAMPEÃ TODOS OS MEUS DIAS"




Do quase anonimato, Leticia Saltori saltou de súbito para a ribalta da Orientação brasileira ao sagrar-se vice-campeã sul-americana de Orientação 2011, apenas batida pela sueca Lena Eliasson. O "Espaço Brasil" não poderia abrir da melhor forma o ano de 2012, dando a conhecer a atleta e a pessoa.

Veja também a entrevista com Lena Eliasson e David Anderson.
Eles comentam as boas impressões que tiveram do desenvolvimento da orientação no Brasil, compartilhando a mesma visão que nossos atletas da Elite têm em relação à  boa confecção dos mapas, da melhoria alcançada pelo segmento masculino, e da necessidade de melhoria no traçado de percursos, conforme os padrões internacionais, pois falta-nos ainda melhorar o traçado dos percursos de Sprint e de média distância na maioria das provas organizadas no Brasil. 
Há muitas formas de diversificar os percursos e de torná-los mais interessantes, valorizando mais as variações de rota e deixando para trás o velho hábito brasileiro de esconder os prismas em áreas verdes, procurando eliminar o fator sorte. Não sabem alguns colegas traçadores de percurso que dificultar o posicionamento do prisma não torna o percurso mais técnico, apenas mais difícil e menos justo para  a maioria dos competidores. Desde a década de 80 sou contra essa "tradição" dos traçadores, mas espero que, assim como a confecção dos nossos mapas evoluiu, da mesma forma o traçado de percursos torne-se mais semelhante ao padrão internacional. O principal requerimento do traçador de percursos é a criatividade. Com frequência fico surpreso ao ver os percursos de competições internacionais, com diferentes variações e soluções. O principal desafio é ser criativo no traçado do percurso, não na colocação dos prismas. 

QUINTA-FEIRA, 5 DE JANEIRO DE 2012

LENA ELIASSON E DAVID ANDERSSON: "NÓS, ATLETAS DE ELITE, SOMOS EMBAIXADORES DA ORIENTAÇÃO"




Para quem vive num pequeno país como a Suécia, uma viajem ao Brasil e a visita a essa gigantesca metrópole chamada Rio de Janeiro pode constituir uma enorme aventura. Que o digam Lena Eliasson e David Andersson, atletas de topo da Orientação mundial e estrelas maiores do último Campeonato Sul-Americano de Orientação. Este é o início dum percurso interior, ao encontro duma realidade com as suas próprias especificidades, num exercício de partilha a todos os títulos louvável e que tem na Orientação brasileira um destinatário concreto.