15 de abr de 2012

Manual do Jovem Orientista - Dica nr 20

Dica no 20: Orientação precisa.


Uma utilização típica deste tipo de orientação é quando chegamos à última referência da orientação rudimentar, do ponto de ataque para o ponto de controle. Consiste em deslocar-se cautelosamente, seguindo um rumo dado pela bússola após uma leitura criteriosa, ou seja, parando para verificar o azimute com cuidado e tirando uma visada à frente antes de prosseguir.


Esta técnica permite erros menores que 10m em cada 100m, dependo é claro da prática pessoal no uso da técnica. Esse rumo deve ser verificado regularmente em conjunto com a contagem cuidadosa de passos e uma leitura precisa do mapa, observando e verificando todos os detalhes do terreno minuciosamente. Quando seguimos a direção pela bússola, é importante mantermos a direção baseados nas visadas longas em objetos distintos, pois podemos desviar de árvores, moitas e pedras, mas temos que manter a direção por esses objetos visados; e quanto mais distante for nosso objeto na visada, mais preciso será nosso deslocamento pelo azimute. É surpreendente quando executamos esse método corretamente e chegamos exatamente no objeto do ponto de controle, principalmente em área com vegetação mais densa.   


Em áreas mais detalhadas, é necessário diminuir a velocidade de corrida para poder confirmar os detalhes mais importantes. Nas situações onde não houver objeto algum logo depois do ponto de controle, a contagem de passos não pode ser dispensada.

Com a bússola de dedo é importante segurarmos com firmeza e posicioná-la corretamente, tanto sobre o mapa como à nossa frente, de modo a obter azimutes mais precisos. Seu uso correto permite azimutes tão precisos quanto os tomados com a bússola comum.

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